
Pedagogia da Autonomia, de Paulo Freire, é um livro pequeno no seu formato mas de uma relevância imensurável para o processo de ensino/aprendizagem. Logo de início, em “Primeiras Palavras”, Freire da ênfase à questão da ética dizendo com muita propriedade sobre os riscos que só os éticos correm, o de transgredir a ética (p.17). Nesta parte ele inicia uma série de severas críticas ao neoliberalismo cujo modelo sócio-econômico, segundo ele, é um entrave para a aplicação dos métodos da educação progressista.
Nos três capítulos do livro, Freire descreve uma série de características indispensáveis ao processo de ensino com ênfase no método progressista, algumas aplicáveis ao modelo conservador.
Freire ressalta, no primeiro capítulo, a interligação entre ensinar e aprender reprovando os métodos que priorizam o receptor-passivo, como o bancário ou decorativo. Ele sugere que o aluno, acima de tudo, deve ser visto como um agente do ensino e por isso deve aprender a aprender e a ensinar e o professor deve promover o engajamento de todos atuando como facilitador no processo de aprendizagem.
No segundo capítulo, Freire mostra que a consciência do ser inacabado alimenta a educação progressista e que por não sermos seres isolados, estaremos sempre interagindo com outras pessoas num processo contínuo de ensino/aprendizagem que representa a construção do conhecimento.
No terceiro e último capítulo, Freire evidência algumas características do educador progressista como a generosidade, comprometimento e o saber escutar e sugere que o educador tenha a consciência da educação como uma ideologia capaz de promover transformações. Segundo Freire, o educador deve ter a liberdade e autoridade (conquistada) para ser e formar críticos capazes de tomar suas próprias decisões sobre seus próprios destinos.
Nos três capítulos do livro, Freire descreve uma série de características indispensáveis ao processo de ensino com ênfase no método progressista, algumas aplicáveis ao modelo conservador.
Freire ressalta, no primeiro capítulo, a interligação entre ensinar e aprender reprovando os métodos que priorizam o receptor-passivo, como o bancário ou decorativo. Ele sugere que o aluno, acima de tudo, deve ser visto como um agente do ensino e por isso deve aprender a aprender e a ensinar e o professor deve promover o engajamento de todos atuando como facilitador no processo de aprendizagem.
No segundo capítulo, Freire mostra que a consciência do ser inacabado alimenta a educação progressista e que por não sermos seres isolados, estaremos sempre interagindo com outras pessoas num processo contínuo de ensino/aprendizagem que representa a construção do conhecimento.
No terceiro e último capítulo, Freire evidência algumas características do educador progressista como a generosidade, comprometimento e o saber escutar e sugere que o educador tenha a consciência da educação como uma ideologia capaz de promover transformações. Segundo Freire, o educador deve ter a liberdade e autoridade (conquistada) para ser e formar críticos capazes de tomar suas próprias decisões sobre seus próprios destinos.

